Loja Maçônica Luz no Horizonte 2038

 

OS GRAUS SUPERIORES DO RITO BRASILEIRO

José Robson Gouveia Freire 33
Grande Secretário da Magna Reitoria

Supremo Conclave do Brasil

 

PREÂMBULO

O Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos é Potência Maçônica legal, legítima e regular formada sobre hierarquia de 33 (trinta e três) graus independentes, de essência iniciática, filosófica, filantrópica, progressista e evolucionista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria e a existência de um Princípio Criador - o Supremo Arquiteto do Universo. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da Humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. Seus fins supremos são: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. É acessível a todas as raças, classes sociais e convicções políticas e credos religiosos. Combate a ignorância. Obedece às leis do País. Funda-se na honra e nos princípios éticos. Exige que seus Membros sejam tolerantes, justos, livres, de bons costumes, de moral ilibada, trabalhando desinteressadamente pela evolução da Humanidade.

Pelo respeito ao ideário de cada qual, o Rito Brasileiro aconselha aos que indagam: "Cultiva a tua religião e segue as inspirações da tua Consciência. Ama o teu semelhante e a Terra que te acolhe".

Os Graus 1 a 3 são ministrados pelas Lojas Simbólicas subordinadas ao Grande Oriente do Brasil, na conformidade do Tratado com ele assinado. Os Graus 4 a 33 constituem a Maçonaria Filosófica; os Graus 4 a 32 são ministrados pelos Corpos Filosóficos subordinados ao Supremo Conclave do Grau 33, na forma da Constituição e do Regulamento do Rito.

Como órgão máximo do Rito Brasileiro, erige-se o Supremo Conclave, em que residem os Poderes de Grão-Mestrado para toda a extensão do Território sob sua Jurisdição. Em virtude de Tratado, tais Poderes podem ser transferidos, em relação aos do Simbolismo, a outra Potência Maçônica legal, legítima e regular. No caso do Brasil, os Graus Simbólicos do Rito Brasileiro são administrados pelo Grande Oriente do Brasil, cabe, porém, ao Supremo Conclave do Brasil a intransferível responsabilidade pela elaboração da doutrina contida nos Rituais, pela produção de Atos administrativos do Rito e pela ordem dos 33 (trinta e três) Graus que lhe integram a Hierarquia.

Há apenas um Supremo Conclave legal, legítimo e regular para cada Nação.

O Decreto n.º 500, de 23/12/1914, baixado pelo General Lauro Sodré, Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, criou e incorporou o Rito Brasileiro, consolidando-o como Rito Regular, Legal e Legítimo. A primeira Constituição do Rito foi aprovada e encaminhada à Assembléia Geral pelo Decreto n.º 536, de 16/10/1916, do G.'.O.'.B.'., que o reconheceu, consagrou e autorizou-lhe o funcionamento.

Em 1916/17, a Assembléia Geral discutiu, votou e promulgou a Constituição que, pelo Decreto n.º 554, de 13 de junho de 1917, contendo a Declaração de Princípios do Rito, foi adotada e incorporada ao patrimônio da legislação do Grande Oriente do Brasil.

Na sessão de 22 de junho de 1940, o Ilustre Conselho aprovou nova Constituição e autorizou o Grão-Mestre a reativar o Rito Brasileiro.

No dia 03 de agosto de 1940, o Grão-Mestre Geral do G.'.O.'.B.'. assinou o Ato n.º 1.617, nomeando sete Irmãos, que constituíram o Supremo Conclave, em 06 de fevereiro de 1941. Pelo Ato n.º 1.636, foi designada a Comissão encarregada de regularizá-lo. E o Regulamento Geral do G.'.O.'.B.'., editado em 1958, referiu-se ao Rito Brasileiro, em seu Art. 24. Mas a implantação só viria a ocorrer com o Decreto do G.'.O.'.B.'., n.º 2.080, de 19 de março de 1968, que lhe conferiu âmbito universal. Esse decreto nomeou Comissão de 15 membros, com amplos poderes de revisão e reestruturação do que até então fora feito, a fim de colocar o Rito "rigorosamente acorde às exigências maçônicas da regularidade internacional... separando o Simbolismo dos Graus Filosóficos e constituindo-o em real veículo de renovação da Ordem, conciliando a Tradição com a Evolução."

Em sessão especial, realizada no dia 25 de abril de 1968, o Supremo Conclave do Brasil aprovou a Constituição que, juntamente com o Regulamento Especial do Rito Brasileiro e o Estatuto do Supremo Conclave do Brasil, teve o registro n.º 19.955, no livro A-8, e o protocolo n.º 55.014, no livro A-5, do Cartório Castro Menezes de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, Rio de Janeiro, em 4 de setembro de 1968.

No dia 10 de junho de 1968, foi assinado o Tratado de Amizade e Aliança Maçônica entre o Grande Oriente do Brasil e o Supremo Conclave do Brasil, que a Soberana Assembléia Federal Legislativa ratificou sob aclamação, com o plenário de pé.

O Rito Brasileiro é teísta, afirma a crença em um Deus Criador. Proclama a Glória do Supremo Arquiteto do Universo e a fraternidade dos homens, filhos do mesmo Pai. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria. Nas Lojas simbólicas do Rito, estão sempre presentes as Três Grandes Luzes:- o Livro da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso (art. 4º, da Constituição do Rito). Integra, na Maçonaria contemplativa, a Maçonaria militante, harmonizando o estrutural com o temporal. É um dos seus fins a formação da cultura político-social dos Obreiros, paralela à indispensável cultura doutrinário-maçônica, para que os Maçons possam sentir, captar e dirigir o espírito de cada século.

Este Ritual tem profundas raízes no conhecimento dos tempos e se funda no biofeedback enquanto uso de sistema de exclusiva fonte mental, para detectar e ampliar processos biológicos internos. O objetivo é resgatar informações escondidas nas profundezas abissais do oceano da natureza humana e que possam prestar serviço e benefício ao maior número possível de pessoas.

A sociedade contemporânea, com as espetaculares maravilhas da tecnologia, que desvendam os segredos do mundo exterior, tem o Homem como o enxergou Carrel: esquecido de si mesmo e batido pelos mais estranhos conflitos de Psiquê. A ciência, evidentemente, se tem preocupado mais com o aspecto químico, material do homem controlado pela consciência cerebral. Por isso - à exceção dos setores ligados ao Poder político/econômico e à comunicação de massas - é muito menor o avanço no segmento que trata da Alma, ao qual se integra a consciência psíquica de todas as células, esse complexo invisível, difuso, do íntimo do corpo físico.

O Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade, por isso mesmo, se impõe a tarefa de participar do esforço de auto-composição do indivíduo, mediante a assimilação das três formidáveis reações neuropsicológicas - o medo, a ira e o amor - que, aliada à compreensão do dever, com todo o seu conteúdo repressivo, forma o ambiente que Mira y López chama de "Quatro Gigantes da Alma".

Para tão espetacular empreendimento, o Servidor se obriga a regra de conduta que não pode ser opcional. Ao decidir-se pelo Grau Pinacular, ele, voluntária e conscientemente, deve submeter-se às 14 regras que as antigas Escolas Iniciáticas e de Sabedoria impunham. A primeira dessas regras de Sabedoria estabelece:

O Iniciado deve atingir as profundezas anímicas. Se lá houver fogo vivo capaz de aquecer-lhe o irmão, ainda que lhe não aqueça o próprio corpo, a hora lhe sugere tentar o Grau Maior. O Portal se abre em cima, como em baixo, a quem, honestamente, se dispõe ao serviço desinteressado, e sem limites, de tempo e espaço.

Quem chega ao Grau 33 no Rito Brasileiro sabe, pelo próprio conceito de Evolução a que se habituou e pelas enunciações da ciência, que no Universo nada se cria e nada se perde; tudo se transforma. A Natureza tem processos e sistemas de mudança, mas tudo o que nela existe é energia, a essência da atualidade, por si, indestrutível. O corpo humano, por exemplo, é composto de substâncias da Terra, de produtos ou componentes químicos; portanto, evolui, sofre alterações graduais, continuadas, no tempo, e que constituem a condição natural do ser vivo. Mas a matéria do corpo, apesar de transformar-se na forma, não se destrói.

 

O SUPREMO CONCLAVE

O Supremo Conclave é a Câmara do Grau 33, tem jurisdição nacional única, para os Graus 4 a 33, e exerce soberanamente os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Rito. Compõe-se de Membros Efetivos (33), Eméritos - os que deixaram de ser Efetivos - e Extranumerários (em número ilimitado), todos com o título de Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade. A administração é exercida pela Magna Reitoria, cujo presidente é o Grande Primaz, que tem a auxiliá-lo o Grande Regente, o Grande Chefe de Gabinete, o Grande Orador, o Grande Secretário, o Grande Tesoureiro, o Grande Chanceler, o Grande Hospitaleiro, o Grande Mestre de Cerimônias, o Grande Porta-Bandeira, o Grande Porta-Estandarte, o Grande Guarda do Templo, o Grande Consultor-Geral e o Grande Procurador.

O Superior Conselho de Cultura, composto de sete membros do Supremo Conclave, ocupa-se da Doutrina do Rito, da orientação litúrgica dos Irmãos, Lojas e Oficinas Litúrgicas, e de matéria maçônica, exceto de natureza administrativa.

Há, ainda, as Comissões de Jurisprudência e Legislação, de Graus, de Finanças e de Relações Públicas e Maçônicas.

Os Servidores integram o Supremo Conclave. Podem ser, como ficou exposto, Efetivos, Eméritos e Extraordinários. Os Efetivos têm o tratamento de Soberanos. Os Eméritos e os Extraordinários são Eminentes.

As reuniões do Supremo Conclave e da Magna Reitoria se iniciam com o mínimo de sete (7) membros, na sede.

Os documentos do Supremo Conclave começam com a legenda HOMO HOMINIS FRATER.
 

BRASÃO DO RITO

O Brasão do Rito Brasileiro é representado pelo Tríplice Triângulo dentro de um círculo encimado pela legenda URBI ET ORBE e com a legenda inferior HOMO HOMINIS FRATER.
 

MEDALHA DO CONCLAVE

A Medalha do Supremo Conclave tem forma de estrela de sete pontas raiadas. No centro, um duplo círculo de esmalte verde com as legendas RITO BRASILEIRO, na parte superior, e SUPREMO CONCLAVE DO BRASIL, na inferior. Na área central, em esmalte azul celeste, um eneágono, tendo o triângulo interno em cor violeta, o do meio, azul marinho e o de fora, vermelho. Os triângulos superpostos envolvem a Constelação do Cruzeiro do Sul com estrelas brancas. É confeccionado em latão dourado, com esmalte, e mede 58mmx58mm.
 

MEDALHA DO GRAU

A Medalha do Grau é confeccionada em latão dourado, tendo legenda, desenhos, números e orla em esmalte vermelho. No ângulo superior, o Olho Onividente, separado por linha larga, abaixo da qual o Tríplice Triângulo com o número 33 ao centro. Ao alto, à esquerda, a palavra HOMO; ao alto, à direita, a palavra HOMINIS e, em baixo, a palavra FRATER.
 

ESTANDARTE DO RITO

O Estandarte do Rito é confeccionado em cetim violeta, medindo 100cmx70cm, tendo, ao centro, o Brasão em cor amarela.
 

BANDEIRA DO PRIMAZ

A Bandeira do Soberano Grande Primaz é em tecido branco, tendo uma Fênix em cor violeta, encimada pelo Brasão do Rito e com a legenda PAX OPUS JUSTITIA EST na parte inferior.
 

PARAMENTOS E JÓIAS

O Soberano Grande Primaz traja, nas sessões magnas, terno e sapatos pretos, camisa branca e gravata preta ou violeta, com o Manto Níveo, ou da Luz Intensa, com o Cordão da Humildade, em cor violeta ou preta. À cabeça, traz o Solidéu branco, de quatro estrias violetas; ao pescoço, o Colar de 33 nós, e no dedo anular da mão direita, o Anel elaborado em ouro, com turmalina violeta ou ametista.

Nas sessões magnas da Iniciação, porta o Cetro da Força trabalhado em acácia ou mogno e metal nobre. O Cetro é, parcialmente, oco e contém, no interior, a ata da sessão de eleição do S.'. G.'. P.'. em uma das pontas e a ata da sessão de posse, na outra.

Presa ao Manto, à altura do coração, a Serpente sobre o Tao, em alfinete ou adorno de metal nobre.

O Selo é confeccionado em metal e consta de Cruz Papal com a inscrição GRANDE PRIMAZ, SERVIDOR.

A assinatura do S.'. G.'. P.'. é antecedida de Cruz Papal e seguida do Triângulo Radiante com o número 33, ao centro, em tinta violeta.

Em cada região administrativa, o S.'. G.'. P.'. terá um Delegado Litúrgico, de nomeação e livre dispensa.

O Membro Efetivo do Supremo Conclave, membro nato de todos os Corpos subordinados do Supremo Conclave, usa terno e sapatos pretos, camisa branca e gravata preta, com o Manto do Poder, violeta, e o Cordão da Humildade, branco. À cabeça o Solidéu violeta, de estrias brancas; ao pescoço, o Colar de 33 nós e, preso ao Manto, à altura do coração, a Lâmpada de Hermes, em ouro.

Nas sessões magnas de Iniciação, porta cajado de madeira, com três nódulos.

A assinatura dos Membros Efetivos são antecedidas da Cruz Patriarcal e seguido do Triângulo Radiante, ao centro, em tinta violeta.

O Membro Emérito e o Extranumerário vestem terno e sapatos pretos, camisa branca e gravata preta, com o Cinto, a Faixa e o Gorro branco, orla vermelha. Ao pescoço, o Cordão de 33 nós e, preso à lapela esquerda do paletó, a Lâmpada de Hermes, em metal nobre.

A assinatura do Emérito é antecedida da Cruz de Lorena e seguida do Triângulo Radiante, em vermelho.

A assinatura do Extranumerário é seguida do Triângulo Radiante, em tinta carmezim.

O Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade tem o direito de permanecer coberto em todas as reuniões dos Corpos Subordinados e o privilégio de falar sentado, exceto quando estiver presente um Membro Efetivo ou Autoridade Litúrgica da Região respectiva.

 

OS GRAUS 4 A 33 – SUAS DENOMINAÇÕES E CARÁTER

Sendo  a Maçonaria uma Escola de Conhecimentos, os graus 4 ao 18 do Rito Brasileiro, denominados de Maçonaria Filosófica,  procura, assim, contribuir na formação de seus Membros, através de seus Símbolos, alegorias, lendas e ensinamentos de valores e virtudes quase esquecidos nos dias atuais.

Os Graus Capitulares procuram ajudar a cada um a tentar compreender o que deveríamos fazer, ou ser, ou viver e medir com isso o caminho para se tornar seu próprio mestre ou juiz, para transformá-lo em cidadão consciente, disciplinado e cumpridor de seus deveres, com objetivo de se tornar mais humano na busca da evolução da espécie.

É através do estudo da vida que se busca compreender a realidade, porque a mente passa a elaborar conceitos e obter conclusões. São simplesmente os degraus do conhecimento a serem alcançados pelo Maçom. A razão destes  Graus Filosóficos é ajudá-lo a descobrir a iluminação interior, mais ainda, como conseqüência natural, em transformá-lo em cidadão consciente, disciplinado e cumpridor de seus deveres para com a família, o próximo, a sociedade e a pátria, polindo a pedra (Maçom) para ser utilizada na construção do Templo da Humanidade.

O obreiro do Rito Brasileiro na sua essência deve procurar conhecer a si mesmo, evoluir moral e espiritualmente, eliminando seus defeitos e deficiências, tentando trabalhar as suas qualidades e virtudes, de modo a poder contribuir efetivamente com o progresso da Humanidade. É através dos Graus Maçônicos que oportunizam ao Maçom transformar-se numa Pedra Cúbica a ser utilizada na construção do templo ideal da Humanidade.

Quanto maior o nível de Consciência do ser humano, com relação ao Universo, maior a sua evolução moral e espiritual, maior também, será o seu entendimento das Leis da Natureza, que é a Lei traçada pelo Supremo Arquiteto do Universo.

Aprendemos, com a filosofia, a analisar os elementos que compõem a existência humana, que nos mostra toda a importância da matéria, que é ápice, a  culminância das construções intelectuais do homem, porque quer saber sempre mais e melhor, quer penetrar sempre mais profundamente nos mistérios do seu ser e do Ser Superior, e, portanto, quer conhecer, em última análise, as verdadeiras causas das coisas.

Na prática da Filosofia não devemos ficar adstritos simplesmente nas discussões que possam advir dos momentos do tempo de estudos em Lojas ou no relacionamento com os Irmãos. Ela tem caráter profundo que demanda o aperfeiçoamento do próprio eu, para que possamos nos relacionar com os outros.

Aristóteles afirma que a filosofia é a totalidade do conhecimento. E o conhecer é a busca que se faz para descobrir relações.

Para conhecer é mister buscar, pesquisar, estudar.

Conhecer é entender, é compreender a matéria a ponto se ter certeza de ter alcançado uma verdade, uma vez que se conseguiu estabelecer uma relação de causa e efeito.

Para que se chegue a conhecer é preciso que se aprenda a pensar. Sócrates nos ensina que, antes de tudo, é preciso saber ler, buscando o sentido exato daquilo que se está lendo; é preciso aprender a ouvir com atenção, buscando encontrar o sentido exato das palavras de quem fala. Para aprender a pensar é preciso, muitas e muitas vezes, saber calar.

Entendemos que numa loja Capitular do Rito Brasileiro ­ do Grau 4 ao 18 -  se desenvolve sistematicamente os ensinamentos que proporcionam os aperfeiçoamentos: intelectual, social e espiritual, desde que aplicados de forma harmônica e racional, visando preparar o para a vida, a fim de se instituir um mundo melhor.

Os preceitos dos Graus não devem ser entendidos como palavras, idéias, emoções, objeto de saber verdade são primordialmente modos humanos de e, conseqüentemente, são exercícios práticos da existência humana, são virtudes.

Iniciando-se pelo Grau 4, denominado de Mestre da Discrição, o Obreiro tem a oportunidade de aperfeiçoar valores do Homem e colocar em exercício mais uma virtude que é a "Discrição", indispensável à convivência em sociedade, pois devemos ter discernimento, regulando nossas palavras e ações, afim de evitar situações que possam ferir outrem. Sendo a discrição composta dos sentidos: ver, ouvir e calar, para que possam corretamente e não por impulso irrefletido.

Grau 5 - Mestre da lealdade. Através do estudo da prática da lealdade, conforme as leis da honra e do de­ dedicação, ser franco, sincero e honesto, fiel no cumprimento dos compromissos assumidos, traduz consciência limpa e inteireza de caráter.

Grau 6 - Mestre da Franqueza. O Maçom dedica-se ao estudo para aperfeiçoar mais as suas virtudes e atuar com franqueza. É a manifestação do juízo próprio sobre fatos, e coisas, com base na verdade, é ser sincero em suas palavras, sem, contudo, usá-la de forma agressiva para ofender outrem sem necessidade.

Grau 7 - Mestre da Verdade. O estudo deste Grau analisa em detalhes o triunfo da verdade, pois a mentira é sempre negativa, devendo o Maçom ser real. Ela é a base da vida social.

Grau 8 - Mestre da Coragem. O Maçom deste Grau aprende a agir com coragem, que é uma atitude consciente e firme, em face do erro. Para combatê-lo, o fazemos com a força ou energia serena e firme que nos leva a enfrentar os perigos e prover a Justiça.

No Rito Brasileiro temos o Grau 9, Mestre da Justiça ou Retidão. Em Maçonaria a Justiça é a Verdade, que dá a cada um aquilo que lhe é devido e não ofende a nenhum direito. Constituindo a Justiça o fundamento, o sus­ tentáculo de qualquer sociedade, pois nada subsiste na desordem e na violência.

Compete ao Mestre da Justiça do Rito Brasileiro, principalmente, em nosso País com tanta desigualdade e injustiça social, o dever de ser sempre fiel aos postulados morais do Grau e combater as injustiças, enfrentar os perigos e prover a Justiça.

Grau 10 - Mestre da Tolerância. O objetivo deste Grau é o desenvolvimento de praticar a tolerância, que é a boa disposição dos que ouvem com paciência opiniões opostas às próprias, e também suportar as faltas alheias.

Grau 11 - Mestre da Prudência. O estudo deste Grau possibilita ao Maçom agir com prudência, que é a virtude que nos faz conhecer e evitar a tempo as inconveniências ou os perigos, nos faz conhecer e praticar o que convém na vida social, com moderação. A prudência é a disposição que permite deliberar corretamente sobre o que é bom ou mau para o Homem e, conseqüentemente, como conviver em sociedade.

Grau 12 - Mestre da Temperança. Praticar a temperança, agir com moderação dos nossos atos. A temperança impede a petulância, a imodéstia, a vaidade, a insolência e o orgulho do poder. O Maçom desenvolve a moderação pela qual permanece senhor de seus próprios prazeres, em vez de ser escravo.

Grau 13 - Mestre da Probidade. O estudo deste Grau possibilita ao Maçom compreender que agir com probidade é ser íntegro de caráter, que leva à observância estrita dos deveres, quer públicos quer privados, honesto, reto e justo.

Já o Grau 14, é o Mestre da Perseverança. Ela é a firmeza e constância. O Maçom perseverante é aquele que permanece firme em seus objetivos e ideais, pois cada fracasso ensina algo que devemos aprender. O não perseverante é aquele inconstante e o instável. A Perseverança nos obriga à educação da vontade. É a virtude que contribui para o êxito das nossas vidas. A Perseverança difere da obstinação, que leva o indivíduo a insistir em algo absurdo e da teimosia é que nasce a ignorância.

Grau 15 - Cavaleiro da Liberdade. O Maçom deste Grau estuda a vitória da liberdade como conseqüência do uso das virtudes e compreende a Liberdade como bem inestimável. que deve ser reconquistado todo dia, pois trata-se de um direito Universal e de todos os cidadãos. A Liberdade é por certo um espaço invisível e somos livres na medida em que ousamos pertencer à liberdade, deixando que se cumpra em nós o fundamento de nossa origem Divina.

Grau 16 - Cavaleiro da Igualdade. Estudo profundo da igualdade, a fim de garantir a igualdade entre as pessoas em virtude da qual todos são portadores dos mesmos direitos e deveres.

Grau 17 - Cavaleiro da Fraternidade. Estudo da fraternidade humana por meio de valores sociais. Também analisa e mostra formas de' combate contra vícios como a hipocrisia, ambição exagerada, a ignorância, além de propiciar a fraternidade que é o amor ao próximo, convivência como Irmãos.

Culminando com o Grau 18 - Cavaleiro Rosa-Cruz ou Cavaleiro da Perfeição. O Maçom deste Grau dedica-se ao estudo de meios para obter o triunfo da Luz sobre as trevas, como forma de libertação pelo amor. Grau de cunho espiritualista, consagrando a evolução espiritual do Maçom, isto é, ao culto evangélico, nos ensinamentos morais deixados por Jesus Cristo, resumidos nas três virtudes teológicas: Fé, Esperança e Caridade. Como podemos verificar ao longo do aprendizado nos Graus Maçônicos do Rito Brasileiro, é que afirmam os valores espirituais e virtudes morais da pessoa humana.

O Cavaleiro Rosa-Cruz ou Cavaleiro da Perfeição tem a mais ampla visão dos seus deveres para com os seus semelhantes, cuja função é formar uma única família na face da Terra, confiando na Fé, Esperança, Caridade e a Fraternidade dos Maçons Rosa-Cruz, que é o amor ao próximo, convivência como Irmãos.

Concluímos que a sistemática adotada pelo Rito Brasileiro do Grau 4 ao 18, através de seus métodos e instruções, uma vez plena e corretamente ministrados, entendidos e vivenciados, possibilita ao Maçom atingir o seu aprimoramento de caráter, os ideais maçônicos, as virtudes, os valores morais e espirituais, com a extinção das paixões e das tendências consideradas censuráveis, dedicando-se à regeneração humana, seja ela do caráter ou da personalidade, com todas as conseqüências decorrentes, trabalhando o seu Deus Interior, a fim de eliminar defeitos e deficiências, fortalecendo as virtudes em progresso da Humanidade, onde muitos hábitos são substituídos por Grandes Virtudes.

O  Grau 19 é consagrado ao estudo das origens da civilização, do momento histórico em que o homem social transmuda-se do bando para o clã e deste para a comunidade urbana - a cidade. Esse longo caminho é balizado pelo Rito Brasileiro através de marcos fundamentais da economia, sempre dominante nos movimentos humanos mais profundos.

Pecuária e Agricultura, mais do que conceitos econômicos, são conceitos globalizantes, os quais, a uma atividade econômica dominante, num certo tempo; agregam toda riqueza dos instantes significativos da linha evolucional da espécie humana.

A Pecuária, sobre ser o domínio da economia no reino animal, guarda, no período do pastoreio, todos os mistérios que culminaram com a transformação do homem caçador em homem pastor, isto é, do indivíduo mal agregado a um bando carniceiro, sem outra lei senão a força, nem outro deus, senão a fome, no átomo social, indissoluvelmente integrado a um clã, sujeito, já, a códigos e a regulações sociais, aspirando integrar-se à Divindade, ainda que sob as concepções primitivas do animismo.

A Agricultura, por sua vez, é o berço da cidade; a força que transformou o nômade - sem território e sem raízes - a tanger rebanhos em busca de pasto e de água, no agricultor, seguro em sua cidade, desvendando os mistérios da natureza para conquistar o pão em forma de espigas. Esse homem sedentário aperfeiçoa a organização social; Cria o estado, a ciência, a técnica, abre o caminho para a Civilização que hoje a humanidade conquistou.

Contemporaneamente a Agricultura e a pecuária constituem a base do edifício econômico; são, com o extrativismo, o setor primário da economia, sobre o qual se assentam o secundário - representado pela indústria - e o terciário, pelos serviços.

O Grau 19 do Rito Brasileiro dedica-se ao estudo e à reflexão aprofundada da Agricultura e da Pecuária, como categorias fundamentais da atividade humana, tanto na dimensão antropológico-histórica, como na dimensão econômico-existencial. A Jóia do Grau, ao ostentar gravados um Alfa e um Ômega, incita o pensamento a buscar a compreensão das coisas por seus princípios e seus fins. Agricultura e Pecuária compõem uma paisagem humana riquíssima em significações nesse contexto.

Grau 22 - Missionário da Economia. Esse Grau é uma seqüência dos Graus; 19 - Missionário da Agricultura e da Pecuária; 20 - Missionário da Indústria e do Comércio; e 21 - Missionário do Trabalho.

O  Grau 22, brasileiro, mantém o espírito tradicional do Grau. Na Maçonaria Tradicional, quando batem à porta, se diz que são "os patriarcas noaquitas, que cortaram as árvores do Líbano e com elas construíram a nau". E com o cedro do Líbano e o machado se faziam as naus, para o intercâmbio comercial entre os povos antigos, atendendo à produção, à circulação e à repartição das riquezas. Os tírios e os sidônios foram os iniciadores da navegação marítima: rasgaram rotas para o mundo então conhecido.

Alegoricamente, o machado é o instrumento para se pôr abaixo as discriminações econômicas; e o cordão do Grau, com as cores do arco-íris, significa a bonança, que resultaria de uma Economia mundial equilibrada, isto é supletiva e não competitiva.

Grau 26 - Na Maçonaria tradicional este Grau tem várias denominações, como Maçom do Segredo (Rito Primitivo de Namur) e Companheiro Perfeito Arquiteto (Misraim). No Rito Escocês Antigo Aceito é o Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário.

É um Grau templário A decoração da Loja é verde, com nove colunas vermelhas e brancas alternadas e em cada coluna um candelabro com nove luzes. O dossel, sob o qual se acha o trono, é verde, vermelho e branco e a mesa, frente ao trono, é coberta com as mesmas cores. Em vez de malhete, o presidente se serve de uma flecha, cujas plumas são verdes e vermelhas e a haste é branca com a ponta dourada. No altar há uma estátua que representa a verdade coberta com um véu verde, vermelho e branco; esta estátua é o paládio do Grau.

A Loja chama-se Terceiro Céu; o presidente é o Excelentíssimo Príncipe (representa Moisés) há dois Vigilantes (Aarão e Eliazar). Os Irmãos são Príncipes. Há um Guarda do paládio.

A Maçonaria Renovada, isto é, o Rito Brasileiro denomina o Grau 26 - Missionário da Paz. Esse Grau é uma seqüência dos Graus 23 - Missionário da Educação 24 - Missionário da Organização Social e 25 - Missionário da Justiça Social.

O Grau 26, brasileiro, dedicado à Paz, aufere seu conteúdo da índole tradicional do Grau:

O escocês trinitário lembra a ordem dos trinitários ou irmãos da mercê, cuja regra impunha angariar esmolas para o resgate dos cativos;

A  Loja se chama Terceiro Céu, com a claridade e a paz dos Eleitos;

A Loja é decorada de verde, vermelho e branco: a esperança (verde)  vencendo os obstáculos (vermelho) e conduzindo a paz (branco);

O triângulo do avental, que é verde e branco;

A Palavra Sublime, cujo significado é “Faze o que queres que te fosse feito”;

O paládio do Grau, dedicado à Verdade. Mas não há oposição entre Verdade (na Maçonaria tradicional) e Paz (na Maçonaria renovada); ao contrário, a Paz é corolário ou conseqüência lógica da Verdade. Aristóteles, o gênio grego, sentenciou: “A Verdade  é ausência de contradições”,  isto é,  a Verdade é a Paz.

No Rito Brasileiro o paládio do Grau é Minerva, tendo na mão um ramo de oliveira e sob os pés armas quebradas. A Mitologia representa a Paz por uma mulher de ar calmo e majestoso, tendo na mão um ramo de oliveira e sob os pés uma cornucópia, símbolo da abundância, - o que é também uma expressiva alegoria.

O Grau 29 - TRADIÇÃO DO GRAU - No Rito Primitivo de Namur, de 1770, denominava-se Grande Eleito da Verdade. Mais tarde tomou as denominações de Grande Escocês de Santo André da Escócia ou Patriarca dos cruzados, ou Cavaleiro do Sol ou Grão-Mestre da Luz.

Em seu "Manual da la Maçoneria". ed. de 1867, V. I., página 396, André Cassard diz que o Grau 29 era o primeiro do Rito de Ramsay, fundado em 1728. Ramsay era natural da Escócia e deu ao Grau os nomes de "Escocês" ou "Maçom Escocês".

- O Templo é decorado de vermelho e suportado por colunas brancas. O Presidente e o Vigilante sentam-se em cadeiras de estofo vermelho, com franjas de ouro; os demais Irmãos em azul.

Em cada ângulo do Templo uma Cruz de Santo André; diante de cada uma, há quatro luzes, num total de 16, as quais com 7 grupos de 9 e duas no Altar, totalizam 81, o número de luzes da Loja. No Ocidente há um cepo e um machado sobre ele.

A Loja se chama Grande Loja. O Presidente tem o título de Patriarca; os demais são Respeitáveis Mestres. Só há um Vigilante, chamado Inspetor.

Sobre o Altar, a Bíblia ou outro Livro Sagrado.

O símbolo do Grau é um touro negro em fundo de ouro com a legenda: "Omnio Tempus Attlngit." Há um grande quadro, representando a Jerusalém Celeste, de 12 caminhos, 12 habitações; e uma praça central; nesta a Árvore de 12 frutos e o Cordeiro Imaculado, de cujo coração partem cinco rios de amor: o paternal, o conjugal, o filial, o fraternal e o social.

Em algumas Lojas há dois Vigilantes, denominados Grande Sacerdote e Grande Senescal.

O Grau 29 no Rito Brasileiro chama-se Missionário da Religião. É denominação adequada, tendo em vista os subsídios da Maçonaria tradicional:

1. A Jerusalém Celeste.

2. A liturgia do Grau é predominantemente joanita (derivada de São João Evangelista), isto é, cristã-gnóstica e neoplatônica.

3. A Árvore dos 12 frutos, numa alusão mais aos Apóstolos de Cristo do que ao Zodíaco.

4. O Cordeiro Imaculado (é o neófito).

5. O touro negro em campo de ouro é o Princípio Gerador, conceito puramente religioso.

6. Nas Questões de Ordem, os Cavaleiros vêm da Terra Santa e querem reedificar as Igrejas.

O Grau 30 do Rito Brasileiro é a cúpula dos Graus culturais do Rito. O Maçom, desde o Grau 19 ao 29, passou por todos os departamentos da atividade e da cultura humana e está apto a adquirir o superior espírito filosófico, numa compreensão da Vida, da Sociedade e do Universo, pela  apreensão dos Princípios e das Causas.

Outrora, o Grau de Kadosch prestava-se a variadas interpretações; basta recordar a existência de oito classes principais de Kadosch: Israelita, Cristão Primitivo, das Cruzadas, dos Templários, de Cromwen, Jesuíta, Escocês e Filosófico. Várias versões conflitavam como generoso espírito da Maçonaria, ligadas, como estavam, à déia de vingança contra o Trono e contra  a Igreja de Roma, pelo martírio de Jaques de Molay, o Grão-Mestre dos Templários. O travor da vingança deixou marca indelével no Cobridor do Grau.

O Rito Brasileiro restaurou e acentuou o inato conceito do Kadosch Filosófico; porque hoje a alta e  real missão dos portadores do Grau é combater sem trégua, o atraso, a incultura e o erro.

Grau 31 - é o Guardião do Bem Público. É óbvio que para guardar ou resguardar o Bem Público e assim defendê-lo, o detentor do Grau 31 precisa ter uma consciência esclarecida de julgamento, capaz de distinguir entre o Bem e o Mal, o justo e o injusto. No Rito Brasileiro, o Grau 31 é o complemento superior do Grau 9, o Mestre da Justiça.

Os conceitos gerais, que conformaram o Grau na velha Maçonaria, permanecem no Rito Brasileiro. Neste, entretanto, dá-se ao Maçom o necessário cabedal de conhecimento para torná-lo um elemento atuante e construtivo no meio social, em que vive: cultura social e política, ao invés de inofensivas e anacrônicas digressões históricas.

Em cada País, onde nasceu ou em que vive, o Maçom tem o dever fundamental de contribuir para o Bem Público, porque se a Maçonaria não tem Pátria, os Maçons a têm.

O Grau 32 do Rito Brasileiro é o Guardião do Civismo. O Rito considerou na devida conta o ficciosismo da Maçonaria Tradicional, a imaginação novelesca, a criação fantasiosa dos antigos tempos.

O Rito Brasileiro hauriu dos velhos ensinamentos, como lhe cumpria, a síntese doutrinária fundamental: a força traduz a garantia da Verdade (Direito). A Justiça, sem a força, é inócua. Na Maçonaria Tradicional o Acampamento sugere a força e a Cripta a retidão moral.

De fato, o Guardião do Civismo não quer, nem usa, a força pela força, no serviço da Comunidade. Um homem forte é aquele que se conforma com as Verdades espirituais, oriundas da Religião, que professe, ou da Filosofia, que cultive, e em cada Pátria procura seguir o exemplo de seus maiores paradigmas do Bem e da Honra. Um Maçom, assim estruturado, é Inexpugnável e serve efetivamente à Pátria através dela, à Humanidade.

Grau 33 - Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade é título conferido ao Iniciado do Grau 33, do Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos. Cabe-lhe o exercício de sui generis sacerdócio não-religioso e não profissional: trabalhar com destemor na propagação dos princípios da Maçonaria; identificar, como ser individual ativo, as polaridades opostas, a fim de neutralizá-las, freando o jogo espontâneo e instável do pensamento, para transformá-lo, de corrente tormentosa de reflexos do mundo, na quietude harmoniosa da disciplina interior. É trabalho que exige atenção, discrição e renúncia, para dominar os cinco venenos da mente: a ignorância, o ódio, o orgulho, o desejo incontrolado e a inveja. Para realizá-lo, é indispensável transitar pelos aspectos cerimonial e altruístico do longo processo iniciático, durante o qual a Consciência gradualmente desperta para a base filosófica da Arte Real e seu pluridimensionalismo humanístico, fundado naquilo que o Bhagavad Gita expressa: "Meu Eu sustenta todos os seres e constitui sua existência; Eu Sou o Eu que habita em tudo".

 

FONTES DE PESQUISA

BUZZI, Arcângelo R.. Filosofia para Principiantes - A existência humana no mundo. Vozes.

CARVALHO, Jefferson Soares. A Pedagogia Maçôniça. Kelps.

COMTE-SAPONVlLLE, André. Pequeno Tratado das Grandes Virtudes. Martins Fontes.

CONSTITUIÇÃO do Rito Brasileiro.

GRACIÁN, Baltasar. A Arte da Prudência. Sextante.

MOTA, William Felício da. Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos - Norma, Ritualística, Estrutura. Pontual.

NAME, Mario. Rito Brasileiro de Maçons, Antigos, Livres e Aceitos. Londrina: "A TROLHA".

PATERHAN, Khristian. Iniciação e Autoconhecimento. São Paulo: Madras.

PINTO, G. Hercules. A Maçonaria e o Rito Brasileiro. Ed. Maçônica.

RITUAIS do Rito Brasileiro dos Graus 4 ao 33 do Supremo Conclave do Brasil.

RODRIGUES, Neidson. Filosofia ... para não filósofos. Cortez.

SIMÕES, Carlos. O Rito Brasileiro. A Gazeta Maçônica.

SOBRINHO, Octacílio S.. Maçonaria uma Escola do Conhecimento. Letras.

 

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Abel Tolentino de Oliveira Junior
Loja Maçônica Luz no Horizonte 2038
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